No Cabo,Obras de pavimentação são intensificadas em Ponte dos Carvalhos

As obras de pavimentação em diversas ruas do distrito de Ponte dos Carvalhos, no Cabo de santo Agostinho, estão seguindo em ritmo acelerado. Na manhã desta quinta-feira (31/10), o prefeito Vado da Farmácia vistoriou e acompanhou os trabalhos de colocação de asfalto. Até esta sexta-feira (1º/11), as ruas Santa Margarida e a 20, que dão acesso ao cemitério Santo Estevão estarão liberadas. Além delas, as ruas 17, 26, 23 e Rua do Cemitério também serão requalificadas. Ao todo, serão 2 mil metros lineares de ruas repavimentadas.

As vias estão sendo beneficiadas com os serviços de recapeamento, instalação de canaletas e implantação do sistema pluvial. O objetivo é facilitar a locomoção dos visitantes que irão ao cemitério local no Dia de Finados (02/11) e beneficiar a população em geral da localidade. “Estamos aqui hoje para dar andamento e acelerar os serviços que vão favorecer não só a comunidade de Ponte dos Carvalhos, mas a outras pessoas que transitam por essas ruas”, destacou o prefeito Vado. “Esse foi um compromisso meu com os munícipes do Cabo que poderão ter um melhor acesso ao cemitério, principalmente no dia de Finados, ressaltando que esses serviços não param por aqui, outras ruas serão beneficiadas com as obras”, finalizou.

De acordo com o gerente da Regional 3, Everaldo Monteiro, este é um trabalho contínuo onde outras ruas já foram beneficiadas, entre elas, a Rua São João, a 2ª travessa do Cruzeiro e a Oscar Francisco de Lima, no Alto do Pires. “Esses serviços já se iniciaram há um mês contemplando diversas ruas, e irão continuar em diversas outras ruas atendendo a população”, comentou.

Para a dona de casa, Jailda Silva, 35, moradora da localidade há 15, será uma maravilha quando tudo estiver pavimentado. “Sempre sofri para andar por essas ruas esburacadas, mas agora vai ficar melhor”, pontuou.

Secom | Cabo

QUE TIME É ESSE?

Douglas Menezes*

Santa CruzQue time é esse, que mesmo no porão do futebol brasileiro, mantém a maior média de público das quatro divisões do país, suplantando todos os clubes ricos e de torcida do Brasil? Que time é esse, que dois dias depois de uma declaração de um desastrado presidente, afirmando que o clube iria se acabar, o estádio lotado grita numa só voz: acaba não, santa, acaba não, santa!? Que time é esse que faz um inglês de passagem pelo Recife se apaixonar de tal maneira pelo clube, a ponto de deixar o rime milionário de sua terra e afirmar: o santa me leva do amor ao ódio, numa paixão sem medida? Que time é esse que quando se espera sua vitória, ele perde: e quando se dá o contrário ele vence? Que time é esse, que leva um pobre vendedor de raspa-raspa a fincar uma bandeira em sua carroça, num pequeno som repetir os gols memoráveis e gritar insistentemente: ele está vivo, ele está vivo? Que time é esse, que faz uma jovem chorar convulsivamente, depois de mais um rebaixamento, num comovente desespero de amor não correspondido: eu te odeio, eu te odeio, eu te odeio!? Que time é esse, que após a saída do fundo do poço do futebol é ovacionado em todo o país, com as emissoras fazendo elogios emocionantes e parte da imprensa mundial espantada com a paixão da torcida? Que time é esse, cujo torcedor infantil chega a declarar: se você acabar eu morro, pra vê-lo jogar no céu? Que time é esse, que, falido, foi adotado pela torcida e se mantém sem nenhuma benesse de grandes patrocinadores, ou instituições como o clube dos treze? Que time é esse que leva multidões até para a Copa Pernambuco? Que time é esse que me faz já um homem maduro sofrer num estádio como um pobre diabo, ligar e desligar constantemente um rádio, como se isso resultasse numa vitória? Que time é esse, que me faz um avô quase sessentão virar criança, sorrir e chorar feito menino?

STF autoriza investigação sobre propina a deputados

 O Supremo Tribunal Federal abriu inquérito para apurar o envolvimento de deputados federais na Operação Fratelli, deflagrada em abril deste ano e que trouxe à tona esquema de fraudes em licitações públicas conhecido como “máfia do asfalto”. Segundo os promotores, há indícios de pagamento de propina a parlamentares. Ontem, reportagem de “O Estado de S. Paulo” mostrou uma planilha que indicava o pagamento de R$ 3 milhões a pelo menos dez políticos.

Na planilha há nomes de deputados estaduais e federais citados em outros momentos da investigação realizada pelo Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Polícia Federal. A soma dos valores listados na planilha chega a R$ 12,1 milhões, sendo que R$ 1,61 milhão seria destinado aos políticos.

Aparecem na lista obtida pela Folha e na planilha divulgada ontem pelo “Estado” menções aos deputados federais Arlindo Chinaglia, Devanir Ribeiro (ambos do PT), Jefferson Campos (PSD) e Otoniel Lima (PRB). Na lista da Folha, porém, aparece ainda o nome de Cândido Vaccarezza (PT). Também são citados nas duas listas os deputados estaduais Carlos Cezar (PSB), Ênio Tatto e João Antônio (ambos do PT), além dos prefeitos Donisete Braga (PT), de Mauá, e Geraldo Vinholi (PSDB), de Catanduva. João Antônio é também secretário do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). (Folha de S.Paulo)

O próprio Lula me deu a lição’, diz Marina, sobre economia

lula,fhc e marina
 A ex-senadora Marina Silva (PSB) voltou a defender nesta quarta-feira (30) que a estabilidade econômica brasileira se iniciou no governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), e disse que aprendeu a lição com “o próprio presidente Lula”. Marina afirmara no início da semana que era preciso creditar o governo FHC e o PSDB pelos avanços econômicos do país “para não fazer injustiça”.Nesta quarta-feira, após participar de evento comemorativo dos dez anos do programa Bolsa Família, Lula disse que a ex-ministra precisava “parar de aceitar com facilidade algumas lições que estão lhe dando”sobre a economia. Lula afirmou que o Brasil tem hoje mais estabilidade do que em 2003, quando ele assumiu a Presidência pela primeira vez.LULA FALTA UM DEDO

Durante a palestra, promovida pela rádio CBN Curitiba, Marina ainda afirmou que “não pode reescrever a história”.  “A estabilidade econômica tem como locus [local específico] o governo do Fernando Henrique. Eu não posso reescrever a história. Eu não posso dizer que não foi no governo dele que começou. Assim como não posso dizer que foi no governo Lula que começou”, disse. (Folha de S.Paulo – Estelita Haass Carazzai)

Na base da ameaça: governo vai considerar ruptura

  

 

 

 

 

A cúpula do PMDB recebeu “atônita” recado de emissários do Palácio do Planalto de que, se Renan Calheiros (PMDB-AL) levar adiante o projeto de Francisco Dornelles (PP-RJ) de autonomia do Banco Central, o movimento será considerado “ruptura” com o governo. A mensagem hostil surpreendeu peemedebistas, uma vez que Michel Temer já havia conversado antes com Renan, a pedido de Dilma Rousseff, para “baixar a bola” do projeto, com o que o senador teria assentido.Até ontem à tarde, no entanto, Renan ainda demonstrava a colegas no Senado disposição de colocar o projeto em votação, embora auxiliares do Planalto afirmem ter recebido recado do senador de que o texto seria engavetado.Aécio Neves (PSDB-MG) deve conversar hoje com Dornelles, que é seu tio, sobre a proposta de autonomia. O presidenciável tucano avalia que mandato de seis anos para o presidente do BC é tempo demais, mas diz ainda não ter opinião fechada sobre a matéria. (Folha de S.Paulo – Vera Magalhães)

Lula usa a máxima da mentira repetida, para virar verdade

Lula ataca Marina e diz que FHC quebrou o país 3 vezes
 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou nesta quarta-feira que a presidente Dilma Rousseff esteja em campanha e rebateu a ex-ministra Marina Silva (PSB), que afirmou que o governo Fernando Henrique Cardoso deixou como legado a estabilidade econômica, que a gestão Lula trouxe inclusão social, mas que Dilma não tinha uma marca própria.– A Marina precisa só compreender o seguinte: ela entrou no governo junto comigo em 2003 e ela sabe que o Brasil tem hoje mais estabilidade em todos os níveis que a gente tinha quando entramos. Herdamos do FHC um país muito inseguro, não tinha nenhuma estabilidade – disse. – Ela deve se esquecer que em 1998 a política cambial fez esse país quebrar três vezes. Acho que é importante perguntar para ver se ela se lembra. Nunca tivemos tanto tempo de estabilidade econômica como temos agora. Nunca tivemos um país tão seguro do seu futuro como temos agora – acrescentou. (De O GLOBO – Chico de Gois)